Desenvolvimento e fomento de pesquisas

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Este tópico contém 6 respostas, 7 vozes e foi atualizado pela última vez por  Manoella Evora 5 anos, 5 meses atrás.

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  • 20/11/2012 em 11:49 #267
    Pnem
    Pnem
    Administrador Mestre

    Articular com agências científicas, instituições de ensino superior e instituições de memória e patrimônio cultural o desenvolvimento e fomento de pesquisas que contemplem a produção simbólica, a diversidade cultural no espaço museológico, para o desenvolvimento de ações educativo-culturais nos museus;

    03/12/2012 em 18:22 #482
    Rita Coitinho
    Rita Coitinho
    Subscriber

    A ideia desse tópico é discutirmos sobre parcerias com outras instituições e agências de fomento.

    As parcerias, sempre muito bem vindas porque trazem profissionais, conhecimento e (em alguns casos) recursos, precisam, no entanto, basear-se em premissas objetivas. O que queremos, enquanto museus, quando procuramos a universidade ou instituições como o CNPq? Queremos produzir o tipo de conhecimento da academia? Queremos embasar exposições e ações educativas?

    24/01/2013 em 16:42 #790
    Ozias Soares
    Ozias Soares
    Subscriber

    Rita,

    Em resposta à sua questão diria que as duas coisas são importantes, se é possível fazer essa separação estritamente: produzir o “conhecimento da academia” e também embasar nossas ações e projetos. Tenho a impressão, aliás, que nossas ações carecem de embasamento na maior parte das vezes…

    Em outro post (O que é o “fazer científico”), aqui neste GT, você fala de  incentivar a produção dos museus e sobre editais específicos. Particularmente, concordo contigo: acho que os editais são um caminho para a proposição de ações e pesquisas. Talvez estejamos tímidos em relação a isto; talvez o cotidiano “produtivista”, muito prático, voltado para as ações “no varejo” que desenvolvemos em nossas instituições não nos permita esse tempo para pensar em pesquisas. Um caminho seria transformar a própria prática, nossos projetos e ações em objetos de pesquisa.

    Por outro lado, é muito bom se sentir valorizado, né? Acho que é indispensável que se pense em uma valorização na carreira! No âmbito do IBRAM, a restituição por titulação (RT)  é um caminho importante e que ainda não foi implementada…

    Bem, mas não tenho dúvida que podíamos lançar mão de editais, sair um pouco de nossas rotinas generalistas, dispersivas e produtivistas no cotidiano e partir pra realização e divulgação de nossas pesquisas. Quem sabe, não apenas “articular com agências científicas”, mas o próprio IBRAM não poderia lançar incentivos à pesquisa no âmbito de suas unidades?

    Abs,

    Ozias

    04/02/2013 em 14:29 #823

    Deusa Costa
    Subscriber

    Prezados,

    Sou historiadora, lotada no Centro de Memória da Justiça do Trabalho, inaugurado em 01/12/2010. Esta é uma atividade nova para o Judiciário Trabalhista e por isso ainda não contamos com mais profissionais especializados. Mas estamos em um movimento nacional pela preservação da memória da JT.

    Visando a preservação dos processos judiciais (que podem legalmente ser eleminados após 5 anos de arquivo), temos nos desdobrando para divulgar a relevância do nosso acervo permanente e gerar demanda externa de pesquisa por parte da sociedade civil. 

    Assim, como ação de fortalecimento, estamos fazendo uma campanha de divulgação nos cursos de História locais sobre o processo judicial como fonte. Iniciamos na UFAM – Universidade Federal do Amazonas e a receptividade está sendo excepcional, embora não tenhamos formalizado a ação por meio de Acordo de Cooperação ou outro instrumento jurídico formal.

    Já temos tratativas com a UFAM para assinatura de Acordo de Cooperação visando cessão temporária de processos judiciais para estudo dos acadêmicos de História, mas esbarramos na questão do espaço físico. Até o momento não assinamos porque a universidade não possui espaço disponível.

    Mas o que quero destacar é que o fomento à pesquisa é com certeza um excelente meio de fortalecer/embasar ações educativo-culturais envolvendo a comunidade acadêmica com a escolar (visitantes/usuários de museus) e a comunidade em geral.

    Deusa Costa

     

     

    15/02/2013 em 13:06 #882
    Gislaine Calumbi
    Gislaine Calumbi
    Subscriber

    Particularmente sinto falta de produções acadêmicas que dialoguem a respeito do assunto.

    Faltam idéias e estratégias para auxiliar os profissionais de museus.

    22/02/2013 em 14:08 #979
    Fernanda Castro
    Fernanda Castro
    Subscriber

    Olá, Gislaine.

    Permita-me discordar de você.

    Estou fazendo mestrado em educação com o tema de políticas públicas de educação em museus.

    Em minha pesquisa fiz um levantamento de produções acadêmicas com o tema de educação em museus e achei algo perto de 200 teses e dissertações. Isso fazendo uma busca no banco de teses da CAPES.

    Acho que o que falta são fóruns de divulgação desse trabalho, que sejam articulados com as instituições museais.

    08/04/2013 em 2:56 #1265

    Manoella Evora
    Subscriber

    Aproveitando o que a Fernanda Castro disse acima, acredito que seriam importantes fóruns de divulgação desses trabalhos, pois além de auxiliar os educadores em sua prática nos museus, ainda estimularia uma maior produção de material acadêmico sobre o assunto.

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