Fortalecimento do educador de museus

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Este tópico contém 39 respostas, 20 vozes e foi atualizado pela última vez por  Mailine Bahia 5 anos, 6 meses atrás.

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  • 20/11/2012 em 11:39 #259
    Pnem
    Pnem
    Administrador Mestre

    Assegurar o fortalecimento do papel do(a) educador(a) de museus no que tange ao cumprimento de suas atribuições no âmbito do Programa Educativo-Cultural.

    27/11/2012 em 21:02 #394

    LUIZA MACEDO
    Subscriber

    insentivar as universidades, principalmente aquelas que oferecem cursos com formação em licenciatura que apresentem os museus como área de trabalho e espaço pedagógico, para que os jovens conheçam as potencialidades do espaço e da profissão.

    28/11/2012 em 11:39 #397

    LUIZA MACEDO
    Subscriber

    #incentivar.

    01/12/2012 em 12:25 #441
    Fernanda Castro
    Fernanda Castro
    Subscriber

    Iniciar a discussão da regulamentação da profissão dos educadores em museus, discutindo o campo de formação e atribuições dentro das instituições é um passo fundamental!

    O PNEM pode criar um GT com este fim e promover um encontro após algum tempo para começar a articular as primeiras ideias deste debate!

    01/12/2012 em 19:53 #446
    jacqueline
    jacqueline
    Subscriber

    Yo creo que hay sería interesante conocer, en primer lugar, quiénes son las personas que cumplen el de educadores de museos.  Me refiero a que en distintos museos (con encuadres institucionales muy diferentes) los educadores tienen un perfil marcadamente diferente. Para pensar en la profesionalización hay que tomar esto como punto de partida; luego pensar en la formación específica que requiere el campo de educación en museos.

     

    03/12/2012 em 17:10 #474

    LUIZA MACEDO
    Subscriber

    eu me pergunto: Porque não há um curso superior que forme esse tipo de profissional em específico?

    03/12/2012 em 17:23 #477

    Ana Maria
    Subscriber

    capacitação com encontros e troca de experiências seria muito bom para o enriquecimento das práticas educativas em museus.

    04/12/2012 em 14:26 #489
    Fernanda Castro
    Fernanda Castro
    Subscriber

    A discussão sobre a formação de educadores em museus em um curso específico de graduação, acredito, não é nova. Porém, seria bem complicado, não? como formar em um mesmo curso um educador de um museu de geofísica e um educador de um museu de arte? Acredito que a questão da formação deva levar em conta os cursos de graduação já existentes, que as licenciaturas, por exemplo, tratem não apenas da educação escolar, formal (o que já acontece em muitas faculdades de educaçaõ), mas que tenhamos garantida formação continuada na área. É um debate a se fazer. Bem difícil eu acho.

    07/12/2012 em 2:40 #529
    jacqueline
    jacqueline
    Subscriber

    Mi comentario iba justamente en esa dirección, Fernanda.  En mi experiencia, los educadores de museos somos perosnas con formación y trayecoria muy diversa. Los encuentros con intercambio de experiencia claro que ayudan, pero creo que sobre todo lo que se requiere es la legitimación del campo en el ámbito de las universidades. En todo sentido: en la situación laboral de los educadores de museo (tipo de cargo, posibilidad de hacer de eso una carrera), apertura en el campo de investigación, articulación con el ámbito de la extensión universitaria, y también con la docencia. Cursos de grado y posgrado sobre educación en otros ámbitos (lo digo en forma amplia pensando también en la extensión) y también sobre comunicación de las ciencias son necesarios. Por lo menos en el ámbito que yo conozco mejor pasan estas cosas..

    10/12/2012 em 10:10 #532

    Rafael Jose Barbi
    Subscriber

    Concordo com a ideia de investir na formação do profissional, porém, acredito que isso deve partir da graduação, no sentido que seja demonstrado para o discente a possibilidade desse campo, algo que em muitas universidades é mostrado de forma deficiente. No caso da especialização creio que é uma saída extremamente válida,  pois já que há especialização de ensino nas diferentes áreas, porque não criar um curso nesse sentido, porém voltado para a educação em museus; claro que nessa perspectiva cada área teria sua formação específica em determinado momento do curso, como por exemplo, cursos voltados para museus de artes, museus de astronomia e por aí vai.

    17/12/2012 em 21:00 #597

    Boa ideia Rafael.

    19/12/2012 em 19:18 #603
    Rafaela Lima
    Rafaela Lima
    Subscriber

    Olá, pessoal!

    Sou Rafaela Gueiros, “moderadora” dos debates dentro do fórum Profissionais de Educação Museal. Muito bom ver que estamos engajados pela melhoria/reconhecimento/qualificação da área e, portanto, dos profissionais que colocam tudo isso em prática. Por isso, agradeço a participação de vocês e as contribuições trazidas até agora.

    Lendo o que já foi colocado por vocês gostaria de destacar algumas questões:

    Uma vez que nosso fórum é específico sobre Profissionais de Educação Museal, e pensando no tópico fortalecimento do educador de museus, precisamos saber com precisão as atribuições desse trabalhador. Então, quais são as atribuições de um educador de museus?
    Assim como perguntei em outro tópico, pergunto também aqui: Qual o perfil profissional desses trabalhadores?
    Qual o âmbito de atuação dele dentro da instituição?

    Inicialmente, devemos ter em mente, principalmente, o enunciado que o próprio PNEM propõe: Assegurar o fortalecimento do papel do(a) educador(a) de museus no que tange ao cumprimento de suas atribuições no âmbito do Programa Educativo-Cultural“.

    Agora pensando em outros pontos levantados, chamo a atenção para um dos assuntos mencionados: formação. É realmente algo que ainda não existe instituído, pelo menos não pelas academias (entenda-se: Universidades). Como falei em outro tópico, direcionei minha atuação profissional (desde a Universidade) para os museus e para a educação em museus. A formação que consegui, além do dia a dia, da prática diária, veio somente de alguns cursos de extensão promovidos por empresas que lidam e constróem propostas de “mediação cultural” como a Arteducação Produções (SP) e a Palavra Chave (DF), para citar algumas que existem hoje no mercado como exemplos. Ainda nesse campo, aqui em Brasília, aconteceu um seminário que foi o primeiro para e sobre a formação de educadores em musueus. Eles tinham 80 vagas disponíveis, ampliaram para 150 por conta da procura (pensamos que esse era um ótimo sinal) e não tivemos mais que 30 participantes efetivamente. É uma situação complicada, mas que precisa ser enfrentada. Mas como? Devemos pensar de maneira prática, pensar em propostas factíveis. Nesse sentido, a proposição de Luiza é pertinente e tem a praticidade que mencionei ser necessária. Digo isso porque minha busca pela atuação em museus surgiu por iniciativa própria e não porque meu curso apontou essa possibilidade de direcionamento, e isso é uma coisa fácil de ser estabelecida nos cursos… basta ser falado. Mas gostaria de convidá-los a continuarem o debate sobre esse assunto no fórum específico, o de “Formação, Capacitação e Qualificação”. Assim conseguiremos manter o foco no assunto desse tópico. Mas, por favor, continuem contribuindo com essa conversa sobre a formação porque ela é igualmente importante. :)

    Sobre o que Jacqueline e Ana Maria disseram a respeito da diversidade da área e dos profissionais e a proposição de encontros para troca de experiências. Tendo em vista esses dois aspectos da profissão (encaro como profissão mesmo) de educador em museus, chamo a atenção para a existência das Redes de Educadores em Museus (REM). Essas redes nasceram no Rio de Janeiro com o intuito de integrar esses profissionais advindos de campos heterogêneos para a construção de uma prática coerente e comum de Educação Museal (hoje, se não me engano, já existem em 13 estados brasileiros), sem perder de vista as diferenças institucionais e de perfil dos estados (alguns com foco maior em Patrimônio, outros em Arte, outros em Cultura como um todo). As Redes se articularam em um Encontro Nacional em 2009, ocasião em que foi construída uma Carta de Diretrizes para atuação desses profissionais. Aqui no DF, essa Carta chegou a ser estudada e “adotada” no Centro Cultural da CAIXA, quando um dos integrantes da REMIC-DF estava na Coordenação do Setor Educativo. Mas há muito não ouço falar de mais nada a esse respeito. Talvez seja o caso pensarmos novamente em quais seriam os princípios que norteariam a profissão. Então aproveito para lançar mais essa pergunta: Quais seriam os princípios norteadores da atuação do aducador em museus?

    Vamos nos debruçar sobre essas perguntas, as que cloquei no início e as que permeiam o post como um todo, e tentar pensar nas possibilidades de legitimação e reconhecimento tanto do campo quanto do próprio profissinal da Educação Museal como algo e alguém específicos, com requisitos também delineados e atuação definida. O que vocês acham e como vocês se colocam em relação às perguntas que fiz?

    Abraços e boas conversas para nós!

    21/12/2012 em 17:52 #615
    Rafaela Lima
    Rafaela Lima
    Subscriber

    Boa tarde, pessoal!

    Conto com a opinião de cada um de vocês para que continuemos conversando a respeito do assunto deste tópico que é assegurar o fortalecimento do profissional de Educação Museal para o efetivo cumprimento de seu papel na instituição.

    Enquanto isso, assim como falei em outro tópico, também desejo a vocês BOAS FESTAS! Que tanto o Natal quanto o ano que chega nos tragam forças renovadas para prosseguirmos buscando a melhoria pessoal, profissional, financeira, afetiva e todas as outras melhorias, porque, como a própria palavra diz, nos farão melhores do que somos hoje. Forte abraço!!

    02/01/2013 em 4:27 #633
    Camila Alves
    Camila Alves
    Subscriber

    Boa noite,

     

    Sou Camila Alves e sou a atual coordenadora do Núcleo Educativo do MAC-CE em Fortaleza. Como ex-educadora desse mesmo espaço  reconheço hoje dificuldades talvez não tão observadas por mim à época.

    Também escolhi trabalhar com educação em Museu, pois minha formação em Letras nunca direcionou nenhuma questão próxima a Museus. Por tal razão nunca foi problema ser educadora e saber de minhas atribuições como formadora, da grandiosidade dessa função junto aos mais diferentes públicos do Museu, principalmente, o público escolar, e ainda assim, com tamanha responsabilidade contentar-me a bolsa de estágio.

    O que percebo hoje é que a disposição e entusiasmo que tanto exigimos desse profissional muito pouco acompanha sua valorização no próprio local de trabalho.

    Acredito que o atual perfil da maioria dos setores educativos do país seja de uma equipe de jovens, o que é bastante proveitoso mas que esbarra, também muitas das vezes, no estágio. Nada tenho contra o estágio, mas que haja, cada vez mais a contratação de educadores dentro do organograma de um setor como é o educativo.

    Antes de pensar sobre o que é necessário para formar educadores é importante existir um terreno mais firme para esse profissional, que aqui no meu caso, tem direito a dois anos de estágio e depois dá lugar a um outro novo educador que muitas vezes não tem conhecimento algum sobre museus, muito menos, o museu e sua perspectiva educativa.

    Creio que uma especialização na área de educação em museus garantiria, a curtíssimo prazo, solucionar uma das principais problemáticas que encaro; a falta de valorização desse profissional. Outro caminho imprescindível é a Universidade. Não é admissível que os cursos de Licenciatura ainda não tenham percebido o Museu como espaço dinâmico e necessário no processo de aprendizagem dentro do Ensino Básico.

    Grandioso ou não, muitos são os caminhos que nos trazem a importância do Museu em nosso cotidiano.

    09/01/2013 em 18:21 #695
    Rafaela Lima
    Rafaela Lima
    Subscriber

    Oi, Camila!

    Espero que o seu final do ano e dos outros participantes deste tópico tenha sido empolgante e instigador, nos provocando a ousarmos mais em 2013 e, assim, realizarmos ainda mais coisas!

    Quanto ao nosso debate, muito obrigada pelo seu depoimento, ele foi muito pertinente e nos dará subsídio para continuarmos a conversa.

    Como fiz questão de mencionar, o enunciado deste tópico fala precisamente da necessidade de assegurar ao educador museal seu lugar mediante seu fortalecimento, para que assim ele cumpra suas atribuições dentro do seu âmbito específico de atuação.

    Acho que isso ainda não vem sendo cumprido na maioria do lugares porque esse profissinal, o educador museal, ainda não tem claro qual é seu papel, quais são suas atribuições e âmbito de atuação. Digo isso porque muitas atividades dentro dos museus podem ser consideradas educativas/educadoras, mas quais são realmente concernentes ao educativo e, portanto, ao educador museal?

    No tempo em que trabalhei como educadora e coordenadora de educativos, esses limites foram dados não pelo campo ou pelas instituições, mas foram sendo construídos. Se hoje há algo já consolidado no mercado para o perfil e atuação desses profissionais, foi porque alguns perceberam que não bastava estar no museu e ter uma sala ou “título” de educativo.

    Nesse sentido, para mim fica ainda mais clara a relaçlão entre as discussões dos 4 tópicos deste fórum, tanto que tomo a liberdade de trazer algo que disse em outro lugar, mas que se aplica ao nosso tópico aqui:

    Trazendo uma situação (depoimento) pessoal, digo para vocês que para eu me tornado uma educadora museal, precisei entender o que é educação e o que é museu. Depois foi preciso entender a relação existente entre esses dois conceitos. E vejam que até agora eu só falei em conceitos e não em contextos (lugares/espaços). Uma vez que eu tenha isso entendido e internalizado enquanto profissional, posso direcionar minha atuação para o espaço em que quero trabalhar ou que eu já esteja trabalhando. Digo isso porque os museus têm várias tipologias, acervos, público alvo… Eles se diferenciam entre si por meio dessas características, assim como seus profissionais também devem se diferenciar tendo isso em vista. Este é o “contexto” ao qual me referi e é ele que deve ser usado para aplicação da relação museu-educação/educação-museu.

    Pensando nisso tudo e no que faz parte da nossa discussão sobre âmbito de atuação e atribuições desses profissionais, vocês poderiam listar essas atribuições e dizer qual o âmbito de atuação do educador museal?

    Para responder a essa pergunta, tentem partir das perguntas e comentários já feitos aqui neste tópico e naquilo que falei no parágrafo anterior: a base da Educação Museal são os conceitos de educação e de museu e a relação entre eles praticada dentro de um determinado contexto (espaço/lugar). Usem também as experiências pessoais de vocês… busquem identificar qual a prática que já está consolidada na área em relação aos aspectos básicos do nosso debate (âmbito de atuação e atribuições).

    Aguardo as postagens!

    Convidem os amigos e colegas profissionais da área para o debate. Quanto mais opiniões e pontos de vista melhor!

    Abraços!

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