PNEM

Programa Saber Museu em Números

O Programa Saber Museu completou neste mês 100 mil visualizações! Estamos muito felizes com esse alcance e trabalhando duro para trazer mais cursos e materiais instrucionais para a comunidade museológica.

Nossa missão é capacitar os interessados na área, e podemos ver, por meio de dados e estatísticas que o nosso objetivo está sendo realizado. No momento estamos com 128 mil visualizações e mais de 34 mil visitantes de diversos países.

O site do Saber Museu foi visualizado em 5 continentes e 53 países. As 5 nações que mais acessam o site respectivamente são: Brasil, Estados Unidos, Portugal, Argentina e Espanha. No Brasil, as cidades que mais acessam são as capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba.

Os cursos também estão bombando, recebemos muitos elogios. Não é por acaso que eles são o material preferido dos usuários, foram criados com muito carinho por nossos técnicos e muitos outros profissionais que atuam no campo museológico brasileiro e colaboram para que o conhecimento construído ao longo de suas trajetórias sirva ao desenvolvimento e qualificação da atuação dos profissionais dos nossos museus.

No momento o curso mais acessado é o de Conservação Preventiva para Acervos Museológicos com 3917 inscritos. Em segundo temos o curso Para Fazer uma Exposição com 3689 inscritos, em terceiro o de Plano Museológico: Planejamento Estratégico para Museus com 3463 inscritos e em quarto o de Acessibilidade em Museus com 2632. O curso de Documentação de Acervo Museológico ainda não tem dados atualizados, sendo o ultimo curso lançado.

A equipe do Saber Museu agradece a todos que participam e utilizam os materiais disponíveis. Nosso acervo de materiais está sendo constantemente ampliado para contemplar as necessidades de nossos públicos e para capacitar e qualificar cada vez mais pessoas!

Encontro REMIC/DF – Março

Convictos de que a educação é o mais eficiente recurso no enfrentamento dos problemas e desafios gerados pela sociedade contemporânea globalizada, a REMIC-DF se propõe a ser mais um instrumento de integração e desenvolvimento dos profissionais e ações educativas realizadas nos espaços de educação não formal. Entre suas atividades, a REMIC-DF realiza encontros mensais com o objetivo de congregar, discutir e refletir sobre as práticas educativas e/ou patrimoniais em Museus e Instituições Culturais no Distrito Federal e região do Entorno.

É com esse intuito que convida estudantes, professores, mediadores, educadores, técnicos e demais profissionais de Museus e Instituições Culturais para seu próximo encontro dia 10 de março às 19h no Centro Cultural Banco do Brasil, sala do Educativo.

A Rede de Educadores em Museus e Instituições Culturais do Distrito Federal – REMIC-DF surgiu em 2008 a partir de experiências bem sucedidas como a Rede de Educadores em Museus do Rio de Janeiro – REM, com o propósito de integrar os profissionais que atuam junto a projetos de cunho educativo e/ou patrimonial em museus e instituições culturais de Brasília e do entorno.

Encontro REMIC-DF

Data: 10/03, terça-feira

Horário: 19h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, sala térrea do Programa CCBB Educativo

Curso EaD – Formação de Mediadores de Educação para Patrimônio

A Fundação Demócrito Rocha com apoio da Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza (SecultFOR) abre inscrições para o curso de extensão na modalidade EAD de Formação de Mediadores de Educação para Patrimônio.

O curso, dividido em 12 módulos possui a carga horária de 160h com certificado emitido pela Universidade Federal do Ceará, tem como objetivo a descentralização de ações formativas, expandindo para todos os distritos culturais a oferta de formação em cultura, articulando outras instituições e agentes sociais, como OSCs, coletivos, associações, academias, escolas públicas municipais, estimulando ações em espaços e equipamentos públicos.

Espera-se que cada cursista seja provocado a atuar como mediador de educação patrimonial na comunidade/equipamento em que está inserido, contribuindo para que as pessoas ampliem suas possibilidades de inclusão social, por meio do acesso à informação, do diálogo, da fruição dos bens culturais e do seu exercício da cidadania, explorando as possibilidades e o potencial de conscientizar a população sobre os seus principais conceitos e de promover o sentimento de pertença, promovendo oportunidades de reflexão e aprofundamento do conhecimento a partir do seu contexto sociocultural e ambiental de seu entorno.

As aulas começam no dia 10 de fevereiro e tem sua inscrição aberta até 3 de maio de 2020.

Conteúdo programático

Fazem parte do conteúdo programático, questões como conceitos e trajetórias do patrimônio cultural; design, cidades e patrimônio; o patrimônio natural; arte e patrimônio; saberes e formas de expressão: patrimônios de todos nós; a diversidade das “celebrações”: nosso patrimônio imaterial; os “lugares” e sua dimensão imaterial; museus e patrimônio; políticas públicas: preservação do patrimônio brasileiro; turismo e patrimônio; e instrumentos possíveis para uma intervenção nas cidades.

Para maiores informações sobre o curso, seus conteudistas e realização de inscrição: https://cursos.fdr.org.br/course/view.php?id=22

Fonte: Fundação Demócrito Rocha

Lançamento Programa Saber Museu

No dia 18 de dezembro, Dia do Museólogo, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou o Programa Saber Museu, iniciativa voltada para a capacitação de profissionais que atuam na área museológica e áreas afins, visando a difusão do conhecimento e o aprimoramento da gestão do campo museal.

A partir da parceria com a Escola Virtual de Governo, da Escola Nacional de Administração Pública (EVG/ENAP), o Saber Museu disponibiliza em sua plataforma um vasto material instrucional em diferentes formatos tais como vídeos (aulas, animações, tutoriais), publicações, podcasts, apresentações, entre outros, que promoverão a capacitação à distância em temas que têm como base os programas do Plano Museológico e as principais políticas públicas e programas do setor museal.

Entre os cursos EAD que serão oferecidos pelo Programa Saber Museu, estão abertos os de “Plano Museológico” e “Curso Para fazer uma exposição”. Já a partir de janeiro de 2020, está programado o curso de “Acessibilidade em museus”; o de “Conservação”, em fevereiro; em março, o de “Documentação em Acervos Museológicos”; e o de “Inventário Participativo”, no mês de abril.

A cerimônia de lançamento foi realizada no auditório do Ibram, em Brasília, e conduzida pela diretora do Departamento de Processos Museais (DPMUS/Ibram), Carolina Vilas Boas, e contou com representantes de várias instituições tais como a Coordenação de Patrimônio do Ministério das Relações Exteriores, o Tribunal de Justiça do DF, Universidade de Brasília (UnB), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC-DF), do museu da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Museu da Educação do Distrito Federal, (Centro Cultural Banco do Brasil) CCBB-DF, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Rede de Educadores em Museus e Instituições Culturais do DF (Remic-DF), Serviço Social do Comércio (Sesc-DF).

Após a apresentação da plataforma, pela coordenadora de Museologia Social e Educação (Comuse/DPMUS/Ibram), Juliana Vilar Ramalho Ramos – área responsável pela formatação do Saber Museu –, foi realizada uma mesa temática (foto) que contou com a participação de Luciana Palmeira, Coordenadora de Acervos Museais (Camus/DPMUS/Ibram); de Carlos Eduardo dos Santos, Coordenador de Inovação em Educação à Distância (EVG/Enap); do diretor do Museu do Senado Federal, Alan Silva; e da Coordenadora do Curso de Museologia da UnB, Monique Magaldi. Mediados por Monica Padilha – docente do Instituto Federal de Brasília e ex-chefe da Divisão de Educação da Comuse/DPMUS/Ibram, os integrantes da mesa falaram das suas expectativas sobre as contribuições do Saber Museu para a qualificação dos profissionais que atuam no setor museológico brasileiro.

Para Carolina Vilas Boas, o Programa Saber Museu vem atender a grande demanda que o Ibram tem, desde a criação do Instituto, por ampliar a sua capacidade de capacitação na área. “A criação dessa plataforma de conhecimento à distância, é entender que nós vivemos em país continental e que as nossas políticas públicas têm que dar conta dessa dimensão. O formato de educação à distância, se bem utilizado e humanizado, visa corresponder às expectativas desse campo tão carente de formação e de continuidade em seu desenvolvimento”, concluiu Carolina.

Fotos: Danilo Brito

II Jornada Holística do Museu do Piauí

A I Jornada Holística do Museu do Piauí nasceu da percepção do movimento crescente perceptível em Teresina de apoio e busca do bem-estar físico e mental da população em geral. Dentre essas ações destacam-se as que utilizam a ideia de integração entre mente e corpo como premissa fundamental para a saúde integral do ser, como podemos constatar em filosofias e terapias integrativas como yoga, meditação, reiki, acupuntura, mindfulness e ayurveda (medicina tradicional da Índia), por exemplo.

A I Jornada Holística do Museu do Piauí nasceu da percepção do movimento crescente em Teresina de apoio e busca do bem-estar físico e mental da população em geral. Dentre essas ações destacam-se as que utilizam a ideia de integração entre mente e corpo como premissa fundamental para a saúde integral do ser, como podemos constatar em filosofias e terapias integrativas como yoga, meditação, reiki, acupuntura, mindfulness e ayurveda (medicina tradicional da Índia), por exemplo.

O tema de nossa II Jornada prevista para os dias 12, 13 e 14 de novembro deste ano será ” As dores e a transcendência do eu”. A intenção é perceber o caráter purificador da dor, sua força que pode impulsionar ao auto- conhecimento e à superação de limitações que, de alguma forma vivenciamos. Trataremos da dor numa perspectiva filosófica, espiritual, psicológica, científica, física porque ela, quase que inevitavelmente perpassa essas esferas. O que as dores têm a nos ensinar? Partimos da tese de que as dores são um mecanismo importante no processo de autoconhecimento, processo esse que pode levar à transcendência do eu. Objetivamos com essa jornada proporcionar alternativas capazes de fazer o participante refletir sobre suas dores, vislumbrando um caminho à sua transmutação.

Com a colaboração e participação de profissionais de áreas diversas, entidades e e escolas, instrutores, artesãos e grupos em geral o Museu do Piauí realizará durante a sua II Jornada um conjunto de atividades gratuitas direcionadas à comunidade. Essas atividades tais como palestras, vivências de yogaterapia, atendimentos em seitai dentre outras, objetivam propiciar reflexões, experiências e conhecimento sobre o assunto. Além da experiência proporcionada por vivências, palestras e atendimentos – a II Jornada Holística do Museu do Piauí traz ao público uma instalação que contemplará o tema em questão através dos vários sentidos, como também uma Feira que acontecerá no pátio interno do Museu. Trazer essas atividades para o espaço do Museu do Piauí é oportunizar um conjunto de experiências a pessoas que nem sempre tem acesso a essas práticas que tem contribuído substancialmente na melhoria da qualidade de vida de vários públicos. Nesse sentido, os museus enquanto instituições públicas sociais, culturais e históricas voltadas às questões que permeiam a comunidade em que se inserem e promotoras de argumentos culturais, políticos e éticos, constituem um importante instrumento para a mediação dos mais diversos conteúdos de interesse público. Sob essa perspectiva, o Museu do Piauí – Casa de Odilon Nunes amplia a experiência de educação museal e  assume o compromisso de trazer para o centro da discussão a temática da “dor”, com vistas a promover diálogos e vivências no âmbito da saúde e bem- estar fundamentados no paradigma holístico, incluso pela Organização Mundial de Saúde em um conceito ampliado de saúde.  

A I Jornada Holística do Museu do Piauí nasceu da percepção do movimento crescente perceptível em Teresina de apoio e busca do bem-estar físico e mental da população em geral. Dentre essas ações destacam-se as que utilizam a ideia de integração entre mente e corpo como premissa fundamental para a saúde integral do ser, como podemos constatar em filosofias e terapias integrativas como yoga, meditação, reiki, acupuntura, mindfulness e ayurveda (medicina tradicional da Índia), por exemplo.

O tema de nossa II Jornada prevista para os dias 12, 13 e 14 de novembro deste ano será ” As dores e a transcendência do eu”. A intenção é perceber o caráter purificador da dor, sua força que pode impulsionar ao auto- conhecimento e à superação de limitações que, de alguma forma vivenciamos. Trataremos da dor numa perspectiva filosófica, espiritual, psicológica, científica, física porque ela, quase que inevitavelmente perpassa essas esferas. O que as dores têm a nos ensinar? Partimos da tese de que as dores são um mecanismo importante no processo de autoconhecimento, processo esse que pode levar à transcendência do eu. Objetivamos com essa jornada proporcionar alternativas capazes de fazer o participante refletir sobre suas dores, vislumbrando um caminho à sua transmutação.

Com a colaboração e participação de profissionais de áreas diversas, entidades e e escolas, instrutores, artesãos e grupos em geral o Museu do Piauí realizará durante a sua II Jornada um conjunto de atividades gratuitas direcionadas à comunidade. Essas atividades tais como palestras, vivências de yogaterapia, atendimentos em seitai dentre outras, objetivam propiciar reflexões, experiências e conhecimento sobre o assunto. Além da experiência proporcionada por vivências, palestras e atendimentos – a II Jornada Holística do Museu do Piauí traz ao público uma instalação que contemplará o tema em questão através dos vários sentidos, como também uma Feira que acontecerá no pátio interno do Museu. Trazer essas atividades para o espaço do Museu do Piauí é oportunizar um conjunto de experiências a pessoas que nem sempre tem acesso a essas práticas que tem contribuído substancialmente na melhoria da qualidade de vida de vários públicos.

Nesse sentido, os museus enquanto instituições públicas sociais, culturais e históricas voltadas às questões que permeiam a comunidade em que se inserem e promotoras de argumentos culturais, políticos e éticos, constituem um importante instrumento para a mediação dos mais diversos conteúdos de interesse público. Sob essa perspectiva, o Museu do Piauí – Casa de Odilon Nunes amplia a experiência de educação museal e assume o compromisso de trazer para o centro da discussão a temática da “dor”, com vistas a promover diálogos e vivências no âmbito da saúde e bem- estar fundamentados no paradigma holístico, incluso pela Organização Mundial de Saúde em um conceito ampliado de saúde.

Feira do Patrimônio

O programa de Pós-graduação em Artes, Patrimônio e Museologia, Mestrado Profissional, da Universidade Federal do Piauí promove a Feira do Patrimonio, evento anual de natureza socioeducativa, científico-cultural que têm em vista socializar estudos e intervenções no campo da preservação, pesquisa, documentação e comunicação do rico e complexo patrimônio cultural brasileiro e do Piauí em particular.  

Neste ano a feira engloba dois eventos com temáticas associadas o Simpósio Nacional Patrimônio, Turismo e Museologia de Inovação Social e Seminário Acervos Digitais Culturais na Rede.

A Feira do Patrimônio promove ações socioeducativas e científico-culturais, os eventos serão compostos de rodas de conversas e memórias, apresentações artísticas, oficinas vivas, acolheremos stands de patrimônios, cursos e outras atividades.

Haverá apresentações de estudos e intervenções, de boas práticas, no campo das artes, patrimônio cultural e museus, que podem ser apresentadas pelos autores de qualquer lugar do Piauí, Brasil e do mundo, onde estiverem (on-line).

Áreas Temáticas

  1. Artes, Patrimônio Cultural e Museologia
  2. Patrimônio, Turismo e Museologia de Inovação Social
  3. Acervos Digitais Culturais na Rede
  4. Patrimônio Cultural e Ecomuseologia
  5. Educação e Patrimônio Cultural
  6. Turismo e Patrimônio Cultural
  7. Políticas Públicas e Patrimônio Cultural
  8. Arquitetura, Urbanismo e Patrimônio Cultural
  9. Arqueologia e Patrimônio Cultural
  10. Patrimônio Cultural e Meio Ambiente
  11. Patrimônio Cultural, Design e Design de Moda
  12. Antropologia e Patrimônio Cultural
  13. História, Memória e Patrimônio Cultural

Para mais informações acesse: https://www.even3.com.br/feiradopatrimonio2019/

Oficina Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico (DF)

O Instituto Brasileiro de Museus promove a oficina “Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico”, com carga horária de 12h. O minicurso presencial é parte do programa de capacitação técnica do Ibram

A Gestão de Riscos é a utilização integrada dos recursos e conhecimentos disponíveis, com o objetivo de prevenir riscos, minimizar seus efeitos e responder às situações de emergência. Nos museus, o risco está relacionado à probabilidade de algo acontecer causando danos e perda de valor aos acervos por meio da ação de um mais a gentes de riscos. Por tanto, conhecer os principais riscos, permite o melhor planejamento das ações a partir do estabelecimento de prioridades e melhor alocação de recursos.

Com esse intuito Ibram está promovendo uma série de ações voltadas para implementação de medidas de segurança nos museus, gerenciamento de riscos e capacitação visando a ampliação da capacidade de prevenção e resposta dos museus diante de ocorrência indesejadas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até dia 18/10. Todas as informações estão disponíveis em http://ead.museus.gov.br/mod/page/view.php?id=1254&forceview=1

Critérios para preenchimento de vaga:
• Não é necessário ter formação específica;
• Terá prioridade quem trabalha em museus/instituições afins;
• Relevante exposição de motivos; e
• Ordem de inscrição

Cronograma
Inscrições: 10 a 24/10/2019
Confirmação das inscrições: até o dia 28/10/2019
Oficina: 30 e 31/10/2019
Local: Auditório da sede do Ibram (Brasília – DF) Horário: 9 às 17h
Mediadores: Taís Valente e Leonardo Neves – Coordenação de Preservação e Segurança/Ibram

IX Seminário do Patrimônio Cultural de Fortaleza

A Prefeitura promove, de 9 a 11 outubro, no Teatro São José, o IX Seminário do Patrimônio Cultural de Fortaleza. Realizado por meio da Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza (Secultfor), a programação do evento contará com debates, palestras e mesas redondas, além de oficinas realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ceará (IPHAN-CE) e com o Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC). As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas online.

Com o tema “Gestão do Patrimônio e Cidades Inteligentes”, o IX Seminário do Patrimônio Cultural de Fortaleza tem como objetivo discutir sobre as práticas preservacionistas em cidades inteligentes, relacionando, de forma transdisciplinar, o conceito de sustentabilidade, produção de conhecimentos e construção do espaço vivido.

O evento é destinado, especialmente, a professores, estudantes, gestores públicos, produtores culturais, estudiosos da área de patrimônio e comunidade em geral interessada na temática, que poderão solicitar certificado de participação. “O seminário traz ao debate a importância de se pensar políticas patrimoniais pluralistas, capazes de valorizar a diversidade social, cultural e ambiental, heterogeneidades culturais e identitárias que garantem a inclusão social”, comenta Adson Pinheiro, gerente da Célula de Pesquisa e Educação Patrimonial da Secultfor.

Oficinas:

Prospecção Pictórica em Pinturas Parietais – Sondagem Cromática em Superfícies de Edificações Históricas, com Karen Carolina Silva Alves
Inscrições: http://bit.ly/2mulnyl
Número de vagas: 15
Data: 9 e 10/10
Horário: das 8h às 12h
Local: Teatro São José (Rua Rufino de Alencar, nº 299 – Centro), no dia 9, e Casa de Frei Tito de Alencar (Rua Rodrigues Júnior, nº 362 – Centro), no dia 10

Introdução à Gestão de Coleções: princípios básicos de documentação em museus, com Prof. Me. Saulo Moreno Rocha (MAUC-UFC)
Inscrições: http://bit.ly/2kPOiN6
Número de vagas: 40
Data: 9 a 11/10
Horário: das 8h às 12h nos dias 9 e 10/10; das 13h às 17h em 11/10
Local: Museu de Arte da Universidade Federado do Ceará – MAUC-UFC (Av. da Universidade, nº 2854 – Benfica)

Introdução à Conservação de Acervos Compostos por Papel, com Carolina Concesso Ferreira (IPHAN-CE)
Inscrições: http://bit.ly/2m4nCbw
Número de vagas: 10
Data: 9 a 11/10
Horário: das 8h às 12h, nos dias 9 e 10/10; das 13h às 17h, em 11/10
Local: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ceará – IPHAN-CE (Rua Liberato Barroso, nº 525 – Centro)

O livro “Pedro e a Pedra” e a Educação Patrimonial, com Drª. Cristiane Buco (IPHAN-CE) e Jeferson Hamaguchi (IPHAN-CE)
Inscrições: http://bit.ly/2m22Itz
Número de vagas: 30
Data: 10/10
Horário: das 8h às 12h
Local: Teatro São José (Rua Rufino de Alencar, nº 299 – Centro)

Caso o número de inscritos exceda a quantidade de vagas ofertadas, os participantes serão escolhidos mediante avaliação das informações submetidas na ficha de inscrição.

Programação completa

9 de Outubro
13h às 17h: Credenciamento
14h às 16h: Mesa de abertura “O Patrimônio Cultural no ensino básico e no ensino superior: olhares, avanços e perspectivas”, com Prof. Dr. Gilberto Nogueira (UFC) e Profª. Drª. Carmem Zeli de Vargas Gil (UFRGS)
16h30 à 18h: Conferência “Arquitetura Contemporânea, design e patrimônio cultural: diálogos possíveis?”, com Prof. Dr. Guilherme Wisnik (FAU-USP)

10 de Outubro
14h às 16h: Mesa Redonda “Ações efetivas para a Salvaguarda”, com os palestrantes Drª. Letícia Vianna (INCTI/UNB/CNPQ) e Prof. Dr. Gilmar de Carvalho (UFC)
16h30 às 18h: Conferência “Inventários: proteção, identificação e documentação dos bens culturais das cidades”, com Profª. Dra. Maria da Luz Braga Sampaio (Universidade de Évora)

11 de Outubro
9h às 10h30: Conferência de encerramento “Experiências de Intervenção e Gestão do Patrimônio Cultural – Ações e Resultados”, com Juca Ferreira (Secretário de Cultura do Município de Belo Horizonte)
10h30 às 11h30: Lançamento de Livros

Curso Programa Educativo e Cultural – Museu das Bandeiras

A programação da 13a Primavera de Museus do Museu das Bandeiras, na Cidade de Goiás contou com a realização do Curso sobre elaboração de Programa Educativo e Cultural, ministrado pelas educadoras Ruth Vaz, do Muban, e Fernanda Castro, do Museu Histórico Nacional.


Com a participação de educadores museais, professores do ensino básico, pesquisadores e produtores culturais, o curso mobilizou profissionais para a discussão sobre Políticas Educacionais em museus e instituições culturais, conforme orientações da Política Nacional de Educacao Museal.


Além de espaço de formação , o curso propiciou aos participantes contribuírem para a prática educativa da instituição com a iniciativa de discutir o processo participativo de construção do PEC dos museus do Ibram em Goiás, em consonância com o Plano Museológico da instituição.

Inaugurado o Centro de Referência da Educação Museal do Museu Histórico Nacional

Durante as atividades da 13a. Primavera dos Museus, no último dia 23 de setembro, foi inaugurado o Centro de Referência da Educação Museal na Biblioteca do Museu Histórico Nacional.

O Centro conta com coleções especializadas que contêm livros, periódicos, materiais educativos, jogos, mídias digitais e material áudiovisual do Brasil e do mundo.

Destaca-se a Coleção Magaly Cabral, doada pela educadora e ex-coordenadora do CECA/ICOM-Brasil, fruto de uma vida inteira dedicada à educação museal e que contém, além de obras de referência especializada, publicações do Conselho Internacional de Museus e bibliografia sobre educação e museologia.

Com cerca de 500 obras já disponiveis para consulta, há ainda um acervo de cerca de 3 mil itens em processamento.

O CREM conta também com um acervo digital que reúne trabalhos acadêmicos e profissionais e pode ser consultado no local.

Entre as perspectivas futuras está a disponibilização online dos acervos do Centro pelo Tainacan, a oferta de consultoria a pesquisadores e a recepcão de estágios profissionais.

O CREM funciona na biblioteca do MHN, de segunda feira a sexta feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h30.

O contato deve ser feito pelo e-mail mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone 32990339.